O participante do Big Brother Brasil ainda deu detalhes de seu patrimônio: uma casa, dois carros e um terreno na praia
Pedro Henrique, participante do grupo pipoca do “BBB 26”, concedeu uma entrevista ao influenciador Leonardo Gualdezi, em março do ano passado, e expôs que fatura alto como vendedor ambulante de flores. Além disso, no vídeo gravado antes de sua entrada no reality show da Globo, o brother contou que conseguiu conquistar um patrimônio: uma casa, dois carros e um terreno na praia. No entanto, a web começou a questionar os ganhos do brother, que disse em seu vídeo de introdução que não tem dinheiro para bancar o enxoval do 1° filho.
No vídeo, o participante comenta sua atual ocupação: “Hoje eu sou ambulante. Na verdade, distribuo um pouquinho de amor e solidariedade”, disse ele ao ser questionado sobre o que fazia da vida.
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Pipoca Pedro, do “BBB26” chorando ao revelar que traiu a esposaReprodução X

Ana Paula perde a paciência com PedroFoto/Globo

Pipoca Pedro, do “BBB26” chorando ao revelar que traiu a esposaReprodução X

Pedro, da Casa de Vidro do “BBB26” da Região SulCrédito: Divulgação Globo

Pipoca Pedro, do “BBB26” chorando ao revelar que traiu a esposaReprodução X
Na época, Pedro contou que estava trabalhando há dois anos com a venda de rosas e mostrou seu faturamento no mês. “Estou trabalhando com isso há dois anos. Olha quanto que entrou neste mês de março. Entrou 20 pila na conta”, disse ele, mostrando o valor de R$ 20.542,88.
“É o que eu falei, a gente não vende rosa, mas distribui um pouquinho de amor e solidariedade. O cara além de presentear, vai ajudar o próximo”, completou Pedro na entrevista.
O participante do “BBB26” também revelou que já tinha conseguido conquistar um patrimônio: “Estou com uma casa aqui em Curitiba, dois carros, um Ford Ka e um Polo, e estou com terreninho na praia também”, afirmou.
Ele ainda listou que seus trabalhos anteriores foram como desossador em frigorífero, coletor de lixo e garçom. “Depois que conheci a rua e comecei a trabalhar como ambulante, nunca mais quis trabalhar para os outros. Jamais voltaria [a ser CLT]. Se você trabalhar para você o mesmo tanto que você trabalha para os outros, você faz o seu negócio acontecer”, finalizou.