Emitindo uma nota oficial, o goleiro Bruno foi rebatido pelo filho sobre o encontro entre os dois que acabou sendo cancelado. Segundo o jovem atleta, sempre houve insistência por parte do pai em estabelecer contato e, de forma privada, explicar sua versão dos fatos que culminaram na morte de Eliza Samudio.
Apesar do aval para o diálogo, Bruno não compareceu no encontro e sequer explicou o motivo, algo que motivou um forte desabafo. Negando qualquer tipo de movimentação própria com intuito de conversar com o pai, que sempre tomou a iniciativa, o goleiro da base do Botafogo aproveitou para cobrar o pagamento dos valores em aberto de pensão alimentícia.
“Ele vem anos e anos me procurando para pedir uma oportunidade de falar o que realmente aconteceu. Eu, junto com o pessoal da minha família, decidi fazer uma reunião e escutar o lado dele. Marcamos uma reunião, ele não compareceu e deu pouca satisfação no dia. Depois, ele quis falar que a gente caçou ele, sendo que não tem nada a ver”, disse Bruninho, em entrevista ao Balanço Geral.
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“Ele que procurou, já faz mais de três anos, (fica) mandando um monte de mensagem no Instagram. Quando eu decido escutar ele, ele não vem. Dá para trás, sem dar notícia e ainda vaza áudio que a gente estava procurando. Acho isso uma sacanagem. Eu tentei dar o direito de escutar ele, mas ele não quis. Agora, eu quero o meu: os quatro anos de pensão alimentícia que ele está me devendo”, acrescentou.
Explicação do goleiro Bruno não foi ouvida
Por fim, Bruninho explicou a decisão de conversar com o pai. Se colocando à disposição para ouvir tudo que o goleiro Bruno sempre quis falar, o filho de Eliza Samudio não garantiu uma segunda chance. Neste cenário, o encontro pode jamais acontecer.
“De tanto que ele fica falando ‘ah, não escuta meu lado’, eu tentei dar essa oportunidade, que ele não quis. (Queria escutar) o lado dele, só para não ficar falando que não deu oportunidade de escutar”, concluiu.
Goleiro Bruno mostra pizzas que fora pagas com o ‘tigrinho’Foto: Instagram/Reprodução/ND MaisFalta de recursos financeiros para quitação da dívida
Em 2025, o goleiro Bruno revelou que, recebendo dois salários mínimos, não estava em condições de pagar uma pensão elevada. Por conta disso, o ex-jogador do Flamengo entrou com um pedido para redução dos valores.
“Essa situação me deixa exposto. Me pedem um absurdo de pensão. (Como) vou pagar R$ 100 mil, R$ 200 mil, R$ 300 mil? Minha realidade hoje é outra. Inclusive já foi feito o pedido de redução. Tenho que pagar o que é justo, o que eu consigo. Se eu ganho dois salários mínimos, como vou pagar dois salários mínimos de pensão?”, argumentou Bruno.