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R$ 4,5 bilhões foram bloqueados em três anos em SC

Delegado-geral de Santa Catarina fala na CPI do Crime OrganizadoFoto: Divulgação/TV Senado/ND Mais

Durante a sessão da CPI do Crime Organizado de quarta-feira (17), no Senado Federal, o delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, apresentou os valores bloqueados de organizações criminosas nos últimos três anos.

Segundo o delegado, no início do mandato do governador Jorginho Mello (PL), houve uma diretriz clara para que o foco da segurança pública não fosse apenas a prisão de indivíduos, mas a desarticulação financeira dos grupos.

“Quebrá-las implica em tirar o patrimônio delas. Quando o CEO de uma empresa sai, outro assume e a empresa continua”, comparou o delegado-geral, enfatizando a importância de asfixiar o caixa do crime.

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Delegado-geral de Santa Catarina fala na CPI do Crime OrganizadoComitiva de Santa Catarina comenta sobre valores sequestrados de organizações criminosas Foto: Divulgação/TV Senado/ND Mais

Os dados apresentados por Ulisses revelam uma progressão nos bloqueios:

  • 2023: R$ 1,1 bilhão;
  • 2024: R$ 1,1 bilhão;
  • 2025: R$ 2,2 bilhões.

Ao todo, foram R$ 4,5 bilhões bloqueados. Além do fortalecimento da Delegacia de Investigação à Lavagem de Dinheiro, o Ulisses Gabriel atribuiu o resultado à melhoria dos métodos e ao aumento da expertise das equipes, que resultaram no sequestro de veículos, barcos e imóveis.

Comitiva de SC apresenta estratégias na CPI do Crime Organizado

Representantes de Santa Catarina foram ouvidos na CPI do Crime Organizado para detalhar as estratégias que sustentam a posição do estado como o mais seguro do país.

Comitiva de Santa Catarina, liderada por Jorginho Mello, na CPI do Crime OrganizadoComitiva de Santa Catarina, liderada por Jorginho Mello, na CPI do Crime OrganizadoFoto: Geraldo Magela/Agência Senado/ND Mais

A participação focou na integração entre as forças e em ações transversais, como projetos de reintegração social e medidas de prevenção ligadas ao ensino. Esse modelo integrado é apontado como o diferencial para agilizar a tomada de decisão das instituições catarinenses.

Entre os representantes presentes na mesa de depoentes estiveram:

  • Jorginho Mello (PL): Governador do Estado;
  • Flávio Rogério Pereira Graff: Secretário de Segurança Pública;
  • Danielle Amorim Silva: Secretária de Justiça e Reintegração Social.

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